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10 pesquisas curiosas

1º. Odiar segunda-feira pode facilitar enfermidadesUma pesquisa do portal Monster, especializado em recrutamento e seleção on-line, mostrou que trabalhadores do mundo inteiro sofrem com a síndrome da segunda-feira. Não são poucas as pessoas que sentem um calafrio percorrer a espinha ao ouvir o tema de abertura de tradicionais programas de televisão. Imediatamente, elas lembram que terão pela frente mais uma semana de trabalho e já começam a sofrer, por antecedência. Prova disso é a insônia que inferniza as noites de domingo de quem precisa acordar cedo no dia, prejudicando a saúde. Segundo o estudo, 51% dos americanos custam a pegar no sono de domingo para segunda-feira. Entre os britânicos, o percentual chega a 53%.
2º. Para mulheres, parceiro ideal costuma se parecer com o pai


O pesquisador Tamas Bereczkei, da Universidade de Pécs, na Hungria, chegou a seguinte conclusão após avaliar 312 adultos de 52 famílias diferentes, mulheres que namoram e se casam com homens com traços físicos parecidos com o do seu pai têm mais chances de serem felizes no amor.
Segundo o cientista, os heterossexuais costumam se sentir atraídos por feições parecidas a dos parentes do sexo oposto. Mais do que um rosto muito parecido, o que importa são as proporções das feições. No estudo, os pesquisadores avaliaram 14 zonas faciais, entre elas as proporções do queixo, da distância entre a boca e a testa, o tamanho do nariz e as bochechas.
O estudo conclui que indivíduos que se parecem fisicamente e psicologamente se separam menos, se relacionam melhor e costumam ser mais férteis do que casais formados por pessoas muito diferentes.

3º. Fumantes têm filhos mais agressivos
Além de todos os males que o cigarro causa, pesquisadores agora descobriram que filhos de mães fumantes podem ser mais agressivos que outras crianças. O estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, constatou que aquelas que fumam mais de 10 cigarros por dia têm chances 67% maiores de ter um filho violento.
O uso de drogas e atitudes anti-sociais também são comportamentos comuns encontrados nessas crianças. O estudo faz parte de uma investigação maior feita sobre a situação das crianças canadenses.

4º. Os machões ficam mais doentes

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriram que homens com altos níveis de testosterona têm menos ferro, vitamina C e outras substâncias importantes. O hormônio também interfere com o sistema imunológico: faz com que os ultramachões sejam mais suscetíveis a doenças.
5º. Medida do dedo pode prever sucesso no mercado financeiro
John M Coates e seus colegas da Universidade de Cambridge estudaram cerca de 50 operadores do mercado financeiro e demonstraram estatisticamente essa correlação. Os homens com a menor razão dedo indicador/dedo anular (ou seja, com o dedo anular proporcionalmente maior) tanto obtiveram maiores lucros ao longo de sua carreira quanto permaneceram mais tempo no emprego de corretor.
A explicação? Há um elo, já detectado em outras pesquisas, entre essa proporção dos dedos e o grau de exposição da pessoa a hormônios masculinos quando ela ainda está na barriga da mãe. Essa exposição pré-natal a hormônios influenciaria no tempo de reação a estímulos, autoconfiança, capacidade de lidar com riscos e vigilância — todas qualidades necessárias para lidar com o mercado financeiro de alto risco. O curioso é que a mesma relação também foi achada em homens que participam de esportes competitivos, como futebol, basquete e rúgbi.

6º. Poluição reduz nascimento de meninos

A poluição atmosférica compromete o sistema reprodutivo do homem e causa infertilidade. A constatação é da pesquisa “Poluição atmosférica em São Paulo diminui o nascimento de meninos e camundongos machos”, feita por médicos da Faculdade de Medicina da USP.
Divulgado em mais de 100 países, o estudo sobre o impacto da poluição na fertilidade masculina chamou a atenção dos médicos. A pesquisa revela diminuição do número de fetos masculinos em roedores e em seres humanos em conseqüência da poluição. Em 2006, o cruzamento dos dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) – que controla a qualidade do ar na capital paulista, com informações de cartórios – mostrou redução no nascimento de 1.180 bebês do sexo masculino.

7º. Recessão estimula mulheres infiéis
A crise está afetando as relações amorosas. Pesquisa feita nos EUA com adúlteros revelou que apenas 32% dos homens vão manter seus gastos com amantes – todos os demais vão cortar custos. Já as mulheres não querem nem saber: 54% delas vão manter ou até aumentar o gasto com amantes. Vai ver esse dinheiro venha de seus maridos.

8º. Buscas no Google poluem o mesmo que uma chaleira elétrica
Uma simples consulta no Google que parece inofensiva é capaz de produzir quase a mesma quantidade de dióxido de carbono que ferver uma chaleira de água. Essa é conclusão de um estudo feito pelo físico norte-americano Alex Wissner-Gross, que mostra o impacto da maior ferramenta de busca no meio ambiente.
Pela análise de Gross, o Google emite 7 gramas de dióxido de carbono, ou seja, duas buscas equivalem a uma chaleira elétrica enquanto ferve água, 14 gramas.
O cientista fundamenta que as emissões geradas pelo site são derivadas do tempo que o computador fica ligado, mas principalmente, pelo gasto dos centros operacionais de dados do Google.
Uma das justificativas para a afirmação acima está, segundo o físico, na quantidade de bancos de dados que o sistema de busca utiliza para dar o rápido resultado às consultas dos usuários, sendo assim, produz mais dióxido de carbono que seus concorrentes.

9º. Portugueses sorriem cada vez menos desde 2003
“Os portugueses estão a sorrir cada vez menos”, alertou António Freitas-Magalhães, diretor daquele laboratório, que integra a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, frisando que “a frequência e a intensidade da exibição do sorriso registram valores descendentes desde 2003?.
No âmbito deste estudo, os especialistas do Laboratório de Expressão Facial da Emoção analisaram quase 38 mil fotografias publicadas nos jornais diários portugueses, tendo concluído que a face neutra e o sorriso fechado foram os tipos de expressões faciais mais frequentes no ano passado.As conclusões também indicam que – nas fotografias publicadas nos jornais diários portugueses em 2008 – as mulheres sorriem mais que os homens, as crianças são as que apresentam mais e frequentemente o sorriso largo e os homens apresentam mais o sorriso superior a partir dos 60 anos.
Relativamente aos dados do anterior estudo, realizado entre 2003 e 2007, as conclusões sobre 2008 indicam uma “diminuição relevante na frequência e na intensidade do sorriso”.

10º. Cruzar os braços ajuda a pensar melhor
Precisa resolver um problema difícil? Cruze os braços! Segundo um pesquisa publicada no European Journal of Social Psychology, o simples ato de cruzar os braços causa uma reação subconsciente no cérebro – que aumenta em até 30% a capacidade de concentração



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